quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O NÁUFRAGO

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido agarrar-se à parte dos destroços para poder ficar boiando. Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação. Ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços ele conseguiu montar um pequeno abrigo, onde ele podia se proteger do sol, da chuva e também dos animais selvagens. E, como sempre, agradeceu.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado, ele se revoltou e gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Ele chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui? Perguntou o náufrago.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça!             (adaptado - autor desconhecido)
No livro do Profeta Isaías 55.8 lemos: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor”. Devemos sempre perseverar na nossa fé. Deus nunca nos abandona. Portanto, não esqueçamos nunca de agradecer!
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O VALOR DA NOSSA VIDA

  João era o nome do empregado de certo fazendeiro que resolveu vender suas terras. João era pobre; seu trabalho era penoso, mas era muito honesto. Após alguns anos de trabalho, consegui guardar um bom dinheiro e comprou um pequeno pedaço de terra do seu patrão. Foi uma boa aquisição.
   Mais tarde ouviu falar de uma outra propriedade, não muito mais cara, um pouco para o oeste. Vendeu seus bens e instalou-se nela. Da mesma forma foi uma boa aquisição e a sua vida melhorou.

   Um certo viajante comunicou-lhe então, que mais longe, mais para o norte, podiam-se adquirir terras muito mais extensas e férteis, por um preço bem menor. E João deslocou-se para lá, acompanhado por um empregado seu. Quando ali chegou, lhe foi oferecido por uma bagatela, tanto terreno quanto ele conseguisse medir, desde o nascer até o pôr do sol.
   João delimitou tudo quanto pode o colocou marcos para assinar o que fora medido. Esgotou suas forças naquele dia. Havia parado somente para uma breve refeição. Formaram-se bolhas nos seus pés.
   O sol estava quase desaparecendo no horizonte. À custa de um último esforço, João consegui atingir a colina onde o vendedor de terras o aguardava. Sentia-se exausto. Suas pernas amoleceram, seus olhos escureceram, e ele caiu por terra. Estava morto! Ainda sob o impacto daquela morte repentina, o seu criado lhe cavou a sepultura, uma sepultura do se tamanho e não mais...                  (Devocionário S. Nascente)

   Esta história exemplifica muito bem o valor da vida humana. Nossa vida não consiste em possuir muito, mas sim, em SER ALGO.
   Jesus diz que devemos em primeiro lugar buscar o seu reino e a sua justiça. Todas as outras coisas serão acrescentadas. Quem não se lembra da parábola que Jesus contou a respeito do homem rico, que produziu com abundância, que iria construir novos celeiros para guardar tudo e, depois, gozar a vida? "Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a alma; e o que tens preparado, para quem será?"(Lucas 12.16-21)
   Pensemos sobre isso!
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

CHUVA GROSSA OU CHUVA FINA


 … "NÃO SEJAM RESPONDÕES!" Tito 2.9
Faz pouco tempo que eles se casaram. Os dois realmente se amavam muito. Mas uma serpente perigosa espreitava com astúcia esse lar para desfazer a felicidade ali reinante. Tanto ele quanto ela queriam sempre ter a última palavra.
O tempo passou até que chegou o primeiro aniversário de casamento. Voltando de um passeio, notaram que começara a chover. Correram rapidamente a fim de se abrigarem de algumas gotas de chuva.
- Que chuva grossa, disse o marido, que bom que chegamos a tempo em casa.
- Sim, tivemos sorte, respondeu a esposa, porém estás enganado meu marido. Foi chuva fina.
- Absolutamente não! Respondeu o homem, se eu disse que foi chuva grossa, então foi assim.
- É, sempre quer ter razão, retrucou, ofendida, a mulher. Não tolero que você sempre contrário à minha opinião.
- Chuva grossa! – gritou ele.
- Chuva fina! – respondeu
E cada um dirigiu-se para um quarto, passando o resto do dia ressentidos e a sós. Demorou bastante tempo até que retornaram a conversar.
Passou-se um ano e novamente festejaram o aniversário de casamento. Depois de um lindo passeio estavam sentados à mesa do jantar.
- Você se lembra do nosso primeiro aniversário de casamento? Perguntou o esposo. Estragamos a festa só por causa da chuva grossa.
- Tens razão, respondeu a mulher, foi uma pena. Eu chorei e noite toda. Porém eu tinha razão. Realmente a chuva que caiu era fina, conforme eu havia dito.
- Foi chuva grossa! Disse o marido irritado. Pois me lembro bem daquilo.
- Se eu disse chuva fina, então foi chuva fina, respondeu ela com voz cortante.
- Chuva grossa – esbravejou ele.
- Chuva fina – respondeu ela.
Bruscamente se levantaram para passarem a sós o resto do dia …
Pensemos: Hoje em dia quantos relacionamentos, quantos casamentos não são assim!
Não é fácil viver casado! No mundo surgem muitas oportunidades de trocar o nosso casamento por outras coisas. Não falo só da fidelidade, mas do trabalho que por vezes consome todo o tempo e a energia. Falo do egoísmo que faz com que cada um busque somente os seus interesses. Nestes casos, como vimos, até uma chuva vira discussão.
Um escritor certa vez escreveu:
- No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas. É nunca ir dormir zangado.
- É ter valores e objetivos comuns. É estar unido, como marido e mulher, para enfrentar o mundo.
- É formar um círculo de amor que una toda a família. Casamento é proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.
- É proporcionar um ambiente onde cada qual possa crescer na busca do amor e da felicidade que tem para com o outro
“Casamento, não é só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito."
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

sábado, 1 de agosto de 2015

A CERCA

Um menininho que tinha um mau temperamento. O pai dele deu-lhe um saco de pregos e disse que para cada vez que o menino perdesse a calma ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17! Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o número de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente. Ele descobriu que era mais fácil dominar a si mesmo do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente o dia chegou quando o menino não mais perdeu a calma. Ao falar a seu pai acerca disso, este lhe sugeriu que, para cada dia em que não perdesse a calma, tirasse um prego da cerca.
Depois que vários dias passaram o menino finalmente esteve pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca. O pai então o pegou pela mão e foi com ele até a cerca. Lá ele lhe disse:
“Você fez muito bem, meu filho. Mas veja só os buracos que restaram na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Filho é assim que acontece quando você fala algumas coisas com raiva; elas deixam cicatrizes como os pregos deixaram sinais na madeira.
Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas forem às vezes que você disser "desculpe"; a ferida ainda continuará lá. Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.
Filho, amigos são como uma joia preciosa mesmo. Eles te fazem sorrir e te encorajam e animam. Eles te escutam, eles te aconselham, e sempre estão prontos a abrir seus corações para nós. Cuida bem dos teus amigos filho; cuida bem do que tu lhes dizes. Lembra-te que palavras sábias, palavras carinhosas, palavras amigas fazem bem e conservam as amizades para sempre”.                                        (autor desconhecido)

Por isso,  lembrem-se sempre: nós temos o Amigo Maior que nunca falha: O Salvador Jesus. Ele, é o maior de todos os amigos,. Ele deu a vida por nós para que recebêssemos o perdão e a alegria de vivermos no amor.
Que o amor de Deus nos motive para que deixemos, com nossas atitudes e palavras, marcas de amor naqueles com quem convivemos no lar, na igreja e em nossos locais de trabalho. Amém.

Com carinho, Pastor Darcí S. Bartz

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A HERANÇA

Conta-se que, um cidadão dos anos 20 recebeu uma convocação de um juiz de uma cidade vizinha, que ficava a cerca de 50 km do lugar onde ele residia. O cidadão ficou surpreso, e ao abrir a convocação ficou ainda mais admirado. Dizia que deveria comparecer o mais urgente ao fórum daquela comarca, pois havia ali um assunto que grande interesse para ser tratado com ele.
Na manhã seguinte o cidadão selou o seu cavalo e seguiu viagem para a cidade vizinha. Lá chegando, foi direto ao Fórum. Teve de esperar um pouco, poiso juiz estava ocupado. Depois de cerca de 1 hora, foi convidado a entrar na sala do juiz. O juiz então lhe informou que recentemente falecera uma pessoa que não tinha ali nenhum parente e que no testamento mencionava um sobrinho, ao qual deveriam pertencer todos os seus bens. O juiz manda chamar o seu assistente para que abra o cofre. Retira de lá uma sacola com um grande volume dentro dela. O juiz abre a sacola e revela seu conteúdo: muitas jóias, colares, anéis, pérolas e ouro. Era um verdadeiro tesouro. Tudo isso deveria pertencer agora ao cidadão. O beneficiário ficou sem palavras. Todo aquele tesouro era seu? Inacreditável. Assinou os papéis atestando Ter recebido a herança e despediu-se agradecido do juiz. O juiz, no entanto, lhe disse que havia mais uma coisa az ser entregue. O que?, pensou o herdeiro. Mais ainda? , foi quando o assistente do juiz entrou na sala com um pequeno cachorrinho. Também o cachorrinho era parte da herança!
O herdeiro não gostou nada do cachorrinho, aliás, nunca gostara de cachorrinhos. Por isso, disse ao juiz que agradecia muito, mas não queria levar o cachorrinho. Que o cachorrinho poderia ser dado a qualquer outra pessoa. O juiz lhe advertiu que a vontade do falecido era de que sem levar o cachorrinho teria que devolver também as jóias. Bem, nesse caso, não havia outro jeito. À contragosto puxou o pequeno animal pela cordinha presa a coleira. Chegando no pátio do Fórum, amarrou a sacola cheia de jóias na sela e montou no cavalo.
O cachorrinho vinha caminhando, preso pela cordinha. E, cada vez que o homem olhava para o cachorrinho via algum defeito nele. Deveria ser pulguento, quem sabe tem sarna, vermes, vai deixar pêlos por toda a casa, e a raiva, será que não está raivoso? Foi quando o cachorrinho parou e começou a latir desesperadamente. O cidadão puxava-o pela cordinha, arrastando as patinhas do animalzinho. E o cachorrinho continuava latindo. Isso irritou muito aquele homem que soltou a cordinha, desceu do cavalo ajuntou umas pedras e as lançou no cachorrinho. Uma dela acertou o animalzinho que machucado fugiu mata adentro. Bem, disse o cidadão, pelo menos me livrei desse animal. Se alguém perguntar, vou dizer que fugiu. Assim, foi a galope para sua casa.
Chegando em casa a família já o avistou de longe. A mulher e as crianças correram ao seu encontro para saber as novidades. O homem então contou da herança, da sacola cheia de jóias e do cachorrinho. Contou também que a certa altura do caminho o cachorrinho começou a latir desesperadamente e que ele irritado jogou pedras no animal de forma que ele fugiu pelo meio do mato. A mulher então lhe perguntou pelo saco de jóias. O homem disso, que estava amarado na sela. Onde?, Perguntou a mulher. Aqui, disse o homem e se virou para a sela, mas não viu a sacola. Ele a tinha perdido na estrada.
Foi aí que a filhinha lhe disse: - Pai, vai ver que foi por isso que o cachorrinho latia desesperado no caminho. Ele queria lhe avisar que a sacola havia caído, mas o senhor irritado não entendeu.
(autor desconhecido)

Reflita comigo: Assim Deus é conosco! Ele nos ajuda, nos avisa de várias formas. Porém, os nossos pensamentos, às vezes, estão tão distantes que não percebemos e não ouvimos os seus conselhos. Nos irritamos com facilidade. E, com isso, só temos a perder! Que Deus nos dê discernimento para compreendermos e aproveitarmos melhor o nosso dia a dia. Amém.
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

domingo, 28 de junho de 2015

SOMENTE COM O PAI AO LADO!

Juquinha é um menino extrovertido. Desde pequeno, mostrou-se independente. Tem hoje doze anos e é muito comunicativo. As pessoas o admiram por aquele seu jeito de homenzinho.
Porém, há alguns meses atrás começou a formar-se uma pequena calosidade em seu nariz, No início, era apenas aquela pequena saliência. Mas, com o tempo, passou a comichar. Por fim, veio também a dor. Juquinha passou as mais diversas pomadas, mas nada adiantou. Suas preocupações aumentaram. Aquela feridinha poderia talvez transformar-se numa doença incurável, pondo fim à sua vida.
Certa noite o pai o examinou e achou recomendável levá-lo ao médico. A cirurgia foi marcada para a Segunda-feira da semana seguinte. Chegando o dia, o pai o acompanhou até o hospital. Na hora marcada, um enfermeiro o chamou para a sala de cirurgia. Lá um médico e uma enfermeira já o aguardavam. Sem perda de tempo, tomaram um pano e vendaram os seus olhos. Avisaram-lhe ainda que era necessário a aplicação de um pequeno anestésico, para que não sentisse nenhuma dor. Mas, a sua confiança evaporou-se por completo no momento em que deixara de ver por causa da venda. Juquinha solicitou então a presença do pai. Do contrário ameaçou que mão se deixaria operar. Os médicos atenderam a o seu pedido. O pai entrou, tomou a mão do menino e assim, Juquinha se aquietou com as suas palavras, naquele mesmo instante. Em poucos minutos, estava tudo resolvido. (História extraída do Devocionário Sol Nascente)
Reflita comigo:
“Mas se Deus, o Pai, nos ampara nas horas difíceis, por que não buscamos a sua presença também nos dias de alegria e tranquilidade?”
O exemplo que lemos na história acima, com certeza vale para a vida de muita gente. São muitos os extrovertidos, que levam uma vida independente, que ignoram a Deus, sem jamais sentir a necessidade de buscar a Sua presença! Mas, certamente surge um dia em que toda a autoconfiança evapora. Aliás, isso pode acontecer por causa de uma “calosidade” qualquer. Mais objetivamente falando, por causa do pecado que se enraizou em nossa vida e começa a inquietar-nos. Necessitamos, então, contar com a presença de alguém em cuja mão possamos nos sentir totalmente amparados. Felizes são aqueles que descobrem o amor de Deus revelado em Cristo Jesus.
Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma”. Mat. 11.28-29.
Que todos estejam sob os cuidados do nosso Deus! Certos de que, Ele é o nosso esconderijo nos tempos difíceis. Esteja certo que Deus cuida de todos nós. Pois a Sua bondade dura para todo o sempre. Amém!

Com carinho, Pastor Leandro Eicholz.