terça-feira, 8 de agosto de 2017

E VOCÊ, CORTARIA A CORDA?


Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparação, escalar a montanha do Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro, o que seria muito arriscado no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde. Como ele não se havia preparado para acampar resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha. Não era possível enxergar um palmo à frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade; não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma "parede" a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu. Enquanto caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo ... E nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida...
De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Mas, como todo alpinista experiente, ELE havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspenso no ar, em completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
- Ó, meu Deus, ajude-me! Deus ajude-me!!!!!
De repente uma voz grave e profunda, vinda do céu, respondeu:
- O que você quer de mim, meu filho ?
- Me salve meu Deus, por favor!
- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza meu Deus!
- Então corte a corda que te mantém pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu: “se eu fizer, isso vou morrer”.
O pessoal de resgate conta que, no outro dia encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força, com as suas duas mãos a uma corda e, a somente a DOIS METROS DO CHÃO......            (autor desconhecido)

PERGUNTO: E você ? Está segurando firmemente sua corda? POR QUE VOCÊ NÃO A SOLTA E CONFIA NO SENHOR?  "ENTREGA O TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARÁ" (Sl 37.5).
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O SABÃO E O CRISTÃO



Certo dia um Cristão e um fabricante de sabão se encontraram e enquanto caminhavam começaram a conversar. O fabricante de sabão disse: O Evangelho, a Palavra de Deus, as coisas que vocês ensinam sobre fé e amor na igreja, não trazem grandes benefícios às pessoas. Pois ainda se vê muita miséria, ganância, brigas, fofocas, ou seja, muita gente passando necessidade.
O Cristão ficou quieto. Continuaram a caminhar e ambos se depararam com um grupo de meninos sujos que brincavam na lama.
O sabão não tem trazido grandes benefícios observou o cristão, pois ainda existe muita sujeira e muita gente suja.
O fabricante de sabão rapidamente falou: - O sabão é muito bom, mas precisa ser usado!
Exatamente, disse o cristão, assim como o Evangelho, precisa ser vivido! Os ensinamentos de Cristo precisam ser aplicados à vida.
(Autor Desconhecido) 

Disse Jesus no Evangelho de Lucas 11.28: "FELIZES SÃO OS QUE OUVEM A PALAVRA DE DEUS E A PRATICAM".
Lemos em Tiago 2.17: "Portanto, a fé é assim: se não vier acompanhada de ação, é morta em si mesma".

Com carinho, Pastor Leandro Eicholz







terça-feira, 9 de maio de 2017

O VALOR DE MÃE


Lemos em Isaias 49.15: “O Senhor responde: Será que uma mãe pode esquecer o seu bebe? Será que pode deixar de amar o seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, eu nunca esqueceria vocês”. Amém
         Estamos próximos do dia das mães! E como filhos, será que já escolhemos o presente que vamos dar a ela?
Nas duas perguntas de nosso texto e, mais a outra que foi formulada, podemos constatar as diferenças que existem em nosso meio.
         Quanto vale a nossa mãe? As forças do amor materno vão além de nossa imaginação e compreensão. Vão além dos presentes que escolhemos e damos para a nossa mãe. Por vezes, ouvimos relatos de mães que esquecem seus filhos pequenos trancados dentro de carros, ao se deslocarem para o trabalho, ou a supermercados. Porque tamanho esquecimento absurdo envolve um “ser” que chega a esquecer do próprio filho. Outras vezes constatamos mães que, se dispõem em abandonar filhos recém-nascidos em sacolas que são colocados no lixo, assim, filhos abandonados (jogados fora) pela própria mãe. São coisas que nós criaturas humanas não conseguimos compreender. Este extremo talvez seja um desequilíbrio momentâneo, um impulso repentino que a faz agir desta maneira.
         O valor ideal de mãe é aquele em que ela corresponde ao amor pelos filhos e, em que ela de igual forma é correspondida em amor, pelos seus filhos. Do contrário, não adianta querer demonstrar amor através de um presente caro, ou gastar em coisas absurdas. Lembre-se, “são nas pequenas atitudes que estão as grandes coisas”!
         Como filhos, se moramos com ela lá dentro de casa, a honra o respeito constante num nível elevado de conceito de estima. E, se ela não mora conosco, visitá-la regularmente, estes são presentes que farão a diferença no nosso caráter, e também, valorizarão a luta e o empenho que teve quando nos criou. O nosso presente material, só terá sentido se valorizarmos completamente o que é mais importante, como: carinho, afeto, ternura, honra, obediência, e o querer-lhe bem. Tudo isto, custa tão pouco por nossa parte.
         À nossa mãe, enquanto viva estiver, não haverá dinheiro no mundo que possa pagar àquilo que ela fez por nós, portanto, valorize a sua mãe! Do contrário não adianta nada no dia em que ela partir para os braços de Deus, sentarmos ao lado do caixão e chorar a sua ausência. Pense nisso.
         Às queridas mães, o nosso fraterno abraço e que tenham um dia muito abençoado. Com amor e carinho para todas as mães.
Pastor Darí S. Schmechel

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A HERANÇA

Conta-se que um cidadão dos anos 20 recebeu uma convocação de um juiz de uma cidade vizinha, que ficava a cerca de 50 km do lugar onde ele residia. O cidadão ficou surpreso, e ao abrir a convocação ficou ainda mais admirado. Dizia que deveria comparecer o mais urgente ao fórum daquela comarca, pois havia ali um assunto que grande interesse para ser tratado com ele.
Na manhã seguinte o cidadão selou o seu cavalo e seguiu viagem para a cidade vizinha. Lá chegando, foi direto ao Fórum. Teve de esperar um pouco, poiso juiz estava ocupado. Depois de cerca de 1 hora, foi convidado a entrar na sala do juiz. O juiz então lhe informou que recentemente falecera uma pessoa que não tinha ali nenhum parente e que no testamento mencionava um sobrinho, ao qual deveriam pertencer todos os seus bens. O juiz manda chamar o seu assistente para que abra o cofre. Retira de lá uma sacola com um grande volume dentro dela. O juiz abre a sacola e revela seu conteúdo: muitas jóias, colares, anéis, pérolas e ouro. Era um verdadeiro tesouro. Tudo isso deveria pertencer agora ao cidadão. O beneficiário ficou sem palavras. Todo aquele tesouro era seu? Inacreditável. Assinou os papéis atestando Ter recebido a herança e despediu-se agradecido do juiz. O juiz, no entanto, lhe disse que havia mais uma coisa az ser entregue. O que?, pensou o herdeiro. Mais ainda? , foi quando o assistente do juiz entrou na sala com um pequeno cachorrinho. Também o cachorrinho era parte da herança!
O herdeiro não gostou nada do cachorrinho, aliás, nunca gostara de cachorrinhos. Por isso, disse ao juiz que agradecia muito, mas não queria levar o cachorrinho. Que o cachorrinho poderia ser dado a qualquer outra pessoa. O juiz lhe advertiu que a vontade do falecido era de que sem levar o cachorrinho teria que devolver também as jóias. Bem, nesse caso, não havia outro jeito. À contragosto puxou o pequeno animal pela cordinha presa a coleira. Chegando no pátio do Fórum, amarrou a sacola cheia de jóias na sela e montou no cavalo.
O cachorrinho vinha caminhando, preso pela cordinha. E, cada vez que o homem olhava para o cachorrinho via algum defeito nele. Deveria ser pulguento, quem sabe tem sarna, vermes, vai deixar pêlos por toda a casa, e a raiva, será que não está raivoso? Foi quando o cachorrinho parou e começou a latir desesperadamente. O cidadão puxava-o pela cordinha, arrastando as patinhas do animalzinho. E o cachorrinho continuava latindo. Isso irritou muito aquele homem que soltou a cordinha, desceu do cavalo ajuntou umas pedras e as lançou no cachorrinho. Uma dela acertou o animalzinho que machucado fugiu mata adentro. Bem, disse o cidadão, pelo menos me livrei desse animal. Se alguém perguntar, vou dizer que fugiu. Assim, foi a galope para sua casa.
Chegando em casa a família já o avistou de longe. A mulher e as crianças correram ao seu encontro para saber as novidades. O homem então contou da herança, da sacola cheia de jóias e do cachorrinho. Contou também que a certa altura do caminho o cachorrinho começou a latir desesperadamente e que ele irritado jogou pedras no animal de forma que ele fugiu pelo meio do mato. A mulher então lhe perguntou pelo saco de jóias. O homem disse que estava amarado na sela. Onde? perguntou a mulher. Aqui, disse o homem e se virou para a sela, mas não viu a sacola. Ele a tinha perdido na estrada.
Foi aí que a filhinha lhe disse: - Pai, vai ver que foi por isso que o cachorrinho latia desesperado no caminho. Ele queria lhe avisar que a sacola havia caído, mas o senhor irritado não entendeu.
(autor desconhecido)

Reflita comigo: Assim Deus é conosco! Ele nos ajuda, nos avisa de várias formas. Porém, os nossos pensamentos, às vezes, estão tão distantes que não percebemos e não ouvimos os seus conselhos. Nos irritamos com facilidade. E, com isso, só temos a perder! Que Deus nos dê discernimento para compreendermos e aproveitarmos melhor o nosso dia a dia. Amém.
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A PISCINA E A CRUZ

Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.
Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens”.
Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. "Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."
O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso ... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"
"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar permitiu que eu continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da piscina.
Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele."
"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água".
(autor desconhecido)
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

sábado, 26 de novembro de 2016

"OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO"

Pense comigo!
    Quantos são aqueles, que hoje em dia, se esquecem de aproveitar o tempo com sua família, se atiram como que em uma fúria cega à caça ao dinheiro? Talvez, essa busca pelo “TER”, seja uma das causas principais de muitos dos dramas, injustiças e incompreensões da nossa época. As pessoas esquecem o que tem de mais humano e sacrificam o que a vida lhes oferece de melhor: as relações de criatura para criatura. Do que nos serve construir arranha-céus se não há mais almas humanas para morar neles?
    Lógico que é indispensável trabalhar, pois um mundo de criaturas passivas seria também triste e sem beleza. Precisamos, entretanto, dar um sentido humano às nossas construções. E quando o amor ao dinheiro, ao sucesso, nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.
    Creio, que todos nós concordamos que, “há na terra um grande trabalho a realizar. Não podemos cruzar os braços. É indispensável que conquistemos este mundo, não com as armas do ódio e da violência, mas sim, com as armas do amor e da persuasão”. (ÉRICO VERÍSSIMO - Olhai os Lírios do Campo - adaptado)
    A Palavra de Deus nos diz: "Também, descobri por que as pessoas se esforçam tanto para ter sucesso no seu trabalho: é porque elas querem ser mais que os outros. Mas tudo é ilusão. É como correr atrás do vento. Dizem que só mesmo um louco chegaria ao ponto de cruzar os braços e passar fome até morrer. Pode ser. Mas é melhor ter pouco numa das mãos, com paz de espírito, do que estar sempre com as mãos cheias de trabalho, tentando pegar o vento". Eclesiastes 4.4-6
    Portanto, vamos viver a nossa vida de acordo com o que Deus nos ensina e a paz que Ele nos oferece!!
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz