sábado, 1 de agosto de 2015

A CERCA

Um menininho que tinha um mau temperamento. O pai dele deu-lhe um saco de pregos e disse que para cada vez que o menino perdesse a calma ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17! Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o número de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente. Ele descobriu que era mais fácil dominar a si mesmo do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente o dia chegou quando o menino não mais perdeu a calma. Ao falar a seu pai acerca disso, este lhe sugeriu que, para cada dia em que não perdesse a calma, tirasse um prego da cerca.
Depois que vários dias passaram o menino finalmente esteve pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca. O pai então o pegou pela mão e foi com ele até a cerca. Lá ele lhe disse:
“Você fez muito bem, meu filho. Mas veja só os buracos que restaram na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Filho é assim que acontece quando você fala algumas coisas com raiva; elas deixam cicatrizes como os pregos deixaram sinais na madeira.
Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas forem às vezes que você disser "desculpe"; a ferida ainda continuará lá. Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.
Filho, amigos são como uma joia preciosa mesmo. Eles te fazem sorrir e te encorajam e animam. Eles te escutam, eles te aconselham, e sempre estão prontos a abrir seus corações para nós. Cuida bem dos teus amigos filho; cuida bem do que tu lhes dizes. Lembra-te que palavras sábias, palavras carinhosas, palavras amigas fazem bem e conservam as amizades para sempre”.                                        (autor desconhecido)

Por isso,  lembrem-se sempre: nós temos o Amigo Maior que nunca falha: O Salvador Jesus. Ele, é o maior de todos os amigos,. Ele deu a vida por nós para que recebêssemos o perdão e a alegria de vivermos no amor.
Que o amor de Deus nos motive para que deixemos, com nossas atitudes e palavras, marcas de amor naqueles com quem convivemos no lar, na igreja e em nossos locais de trabalho. Amém.

Com carinho, Pastor Darcí S. Bartz

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A HERANÇA

Conta-se que, um cidadão dos anos 20 recebeu uma convocação de um juiz de uma cidade vizinha, que ficava a cerca de 50 km do lugar onde ele residia. O cidadão ficou surpreso, e ao abrir a convocação ficou ainda mais admirado. Dizia que deveria comparecer o mais urgente ao fórum daquela comarca, pois havia ali um assunto que grande interesse para ser tratado com ele.
Na manhã seguinte o cidadão selou o seu cavalo e seguiu viagem para a cidade vizinha. Lá chegando, foi direto ao Fórum. Teve de esperar um pouco, poiso juiz estava ocupado. Depois de cerca de 1 hora, foi convidado a entrar na sala do juiz. O juiz então lhe informou que recentemente falecera uma pessoa que não tinha ali nenhum parente e que no testamento mencionava um sobrinho, ao qual deveriam pertencer todos os seus bens. O juiz manda chamar o seu assistente para que abra o cofre. Retira de lá uma sacola com um grande volume dentro dela. O juiz abre a sacola e revela seu conteúdo: muitas jóias, colares, anéis, pérolas e ouro. Era um verdadeiro tesouro. Tudo isso deveria pertencer agora ao cidadão. O beneficiário ficou sem palavras. Todo aquele tesouro era seu? Inacreditável. Assinou os papéis atestando Ter recebido a herança e despediu-se agradecido do juiz. O juiz, no entanto, lhe disse que havia mais uma coisa az ser entregue. O que?, pensou o herdeiro. Mais ainda? , foi quando o assistente do juiz entrou na sala com um pequeno cachorrinho. Também o cachorrinho era parte da herança!
O herdeiro não gostou nada do cachorrinho, aliás, nunca gostara de cachorrinhos. Por isso, disse ao juiz que agradecia muito, mas não queria levar o cachorrinho. Que o cachorrinho poderia ser dado a qualquer outra pessoa. O juiz lhe advertiu que a vontade do falecido era de que sem levar o cachorrinho teria que devolver também as jóias. Bem, nesse caso, não havia outro jeito. À contragosto puxou o pequeno animal pela cordinha presa a coleira. Chegando no pátio do Fórum, amarrou a sacola cheia de jóias na sela e montou no cavalo.
O cachorrinho vinha caminhando, preso pela cordinha. E, cada vez que o homem olhava para o cachorrinho via algum defeito nele. Deveria ser pulguento, quem sabe tem sarna, vermes, vai deixar pêlos por toda a casa, e a raiva, será que não está raivoso? Foi quando o cachorrinho parou e começou a latir desesperadamente. O cidadão puxava-o pela cordinha, arrastando as patinhas do animalzinho. E o cachorrinho continuava latindo. Isso irritou muito aquele homem que soltou a cordinha, desceu do cavalo ajuntou umas pedras e as lançou no cachorrinho. Uma dela acertou o animalzinho que machucado fugiu mata adentro. Bem, disse o cidadão, pelo menos me livrei desse animal. Se alguém perguntar, vou dizer que fugiu. Assim, foi a galope para sua casa.
Chegando em casa a família já o avistou de longe. A mulher e as crianças correram ao seu encontro para saber as novidades. O homem então contou da herança, da sacola cheia de jóias e do cachorrinho. Contou também que a certa altura do caminho o cachorrinho começou a latir desesperadamente e que ele irritado jogou pedras no animal de forma que ele fugiu pelo meio do mato. A mulher então lhe perguntou pelo saco de jóias. O homem disso, que estava amarado na sela. Onde?, Perguntou a mulher. Aqui, disse o homem e se virou para a sela, mas não viu a sacola. Ele a tinha perdido na estrada.
Foi aí que a filhinha lhe disse: - Pai, vai ver que foi por isso que o cachorrinho latia desesperado no caminho. Ele queria lhe avisar que a sacola havia caído, mas o senhor irritado não entendeu.
(autor desconhecido)

Reflita comigo: Assim Deus é conosco! Ele nos ajuda, nos avisa de várias formas. Porém, os nossos pensamentos, às vezes, estão tão distantes que não percebemos e não ouvimos os seus conselhos. Nos irritamos com facilidade. E, com isso, só temos a perder! Que Deus nos dê discernimento para compreendermos e aproveitarmos melhor o nosso dia a dia. Amém.
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

domingo, 28 de junho de 2015

SOMENTE COM O PAI AO LADO!

Juquinha é um menino extrovertido. Desde pequeno, mostrou-se independente. Tem hoje doze anos e é muito comunicativo. As pessoas o admiram por aquele seu jeito de homenzinho.
Porém, há alguns meses atrás começou a formar-se uma pequena calosidade em seu nariz, No início, era apenas aquela pequena saliência. Mas, com o tempo, passou a comichar. Por fim, veio também a dor. Juquinha passou as mais diversas pomadas, mas nada adiantou. Suas preocupações aumentaram. Aquela feridinha poderia talvez transformar-se numa doença incurável, pondo fim à sua vida.
Certa noite o pai o examinou e achou recomendável levá-lo ao médico. A cirurgia foi marcada para a Segunda-feira da semana seguinte. Chegando o dia, o pai o acompanhou até o hospital. Na hora marcada, um enfermeiro o chamou para a sala de cirurgia. Lá um médico e uma enfermeira já o aguardavam. Sem perda de tempo, tomaram um pano e vendaram os seus olhos. Avisaram-lhe ainda que era necessário a aplicação de um pequeno anestésico, para que não sentisse nenhuma dor. Mas, a sua confiança evaporou-se por completo no momento em que deixara de ver por causa da venda. Juquinha solicitou então a presença do pai. Do contrário ameaçou que mão se deixaria operar. Os médicos atenderam a o seu pedido. O pai entrou, tomou a mão do menino e assim, Juquinha se aquietou com as suas palavras, naquele mesmo instante. Em poucos minutos, estava tudo resolvido. (História extraída do Devocionário Sol Nascente)
Reflita comigo:
“Mas se Deus, o Pai, nos ampara nas horas difíceis, por que não buscamos a sua presença também nos dias de alegria e tranquilidade?”
O exemplo que lemos na história acima, com certeza vale para a vida de muita gente. São muitos os extrovertidos, que levam uma vida independente, que ignoram a Deus, sem jamais sentir a necessidade de buscar a Sua presença! Mas, certamente surge um dia em que toda a autoconfiança evapora. Aliás, isso pode acontecer por causa de uma “calosidade” qualquer. Mais objetivamente falando, por causa do pecado que se enraizou em nossa vida e começa a inquietar-nos. Necessitamos, então, contar com a presença de alguém em cuja mão possamos nos sentir totalmente amparados. Felizes são aqueles que descobrem o amor de Deus revelado em Cristo Jesus.
Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma”. Mat. 11.28-29.
Que todos estejam sob os cuidados do nosso Deus! Certos de que, Ele é o nosso esconderijo nos tempos difíceis. Esteja certo que Deus cuida de todos nós. Pois a Sua bondade dura para todo o sempre. Amém!

Com carinho, Pastor Leandro Eicholz.

sábado, 6 de junho de 2015

O QUE TENS NAS MÃOS

- Que tens na tua mão, Moisés?
- Apenas um bordão, Senhor. Com ele guardo o meu rebanho.
- Toma-o e usa-o no meu serviço!
O homem de Deus fez conforme o Senhor lhe pediu. E aconteceram maravilhas tais que os egípcios e o seu faraó jamais tinham visto.
- Que tens na tua mão, viúva pobre?
- Apenas uma moeda, Senhor. É tão pouco, mas o que tenho é para ofertar em favor do serviço no templo.
E ela o deu ao Senhor, e o seu sacrifício tem servido de inspiração durante os séculos para cristãos de todo o mundo.
- Que tens na tua mão, Tabita?
- Somente uma pequena agulha, Senhor!
E os pobres de Jope foram agasalhados com as roupas que ela fez. E, passados tantos anos, Tabita continua sendo o grande exemplo para muitas mulheres cristãs.
Agora, fica a pergunta: - E tu, o que tens na tua mão?
(Do Devocionário Sol Nascente)
Independentemente se temos apenas uma vara, uma moeda, ou até uma simples agulha, é nosso dever como cristãos colocar, tudo o que temos, a serviço do Senhor. Portanto, tudo o que possuímos: dons, forças, disposição, posses, e também, o nosso tempo! Estes, devem estar à disposição de Deus. Pois, ainda há muita coisa para se feita!
Diante de nossos olhos, muitas injustiças são praticadas. A toda hora constatamos a falta de amor no mundo. Tão poucos sentiram até hoje o conforto da palavra do Senhor, de forma a entender a sua vontade. Menos ainda são os que conseguem pôr em prática a proposta de vida do evangelho. Usa, pois, os teus recursos, ou seja, o teu vigor, a tua disposição, a teu amor, aplicando tudo para viver uma vida consagrada a serviço ao Senhor.
Vamos ler 1 Pedro 4.7-11
”Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração. Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!”
E você, o que tens nas tuas mãos?
Eu creio que o principal você ainda tem, ou seja, o TEMPO!!!
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A PISCINA E A CRUZ

Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.
Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens”.
Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. "Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."
O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso ... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"
"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar permitiu que eu continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da piscina.
Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele."
"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água".
(autor desconhecido)
Com carinho, Pastor Leandro Eicholz

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O CÉU E O INFERNO


        Conta-se que um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, o seu cavalo e o seu cão estavam mortos, haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição...
        A caminhada era longa, morro acima, o sol era forte, eles festavam suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva avistaram um portão magnífico, era todo de mármore, e que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
        O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada:
- Bom dia, ele disse.
- Bom dia, respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou...
- Isto aqui é o céu, foi a resposta.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água a vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede, disse o caminhante.
- Lamento muito, disse o guarda. - Aqui não se permite a entrada de animais.
        O homem ficou desapontado porque sua sede era grande, mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
        Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha e semi-aberta. A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, viram um homem deitado, estava com a cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
- Bom dia, disse o caminhante.
- Bom dia, disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem indicando o lugar. - Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado, ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
- A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
- Céu, respondeu o homem.
- Céu?!!! Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o Céu!!!!!
- Aquilo não é o Céu, aquilo é o Inferno, disse o homem.
O caminhante ficou perplexo. - Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
- De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Pois lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos.  (autor desconhecido)
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         Pense comigo: Deus nos deu 10 mandamentos, 07 deles falam da nossa relação com o próximo. Sabemos que no mundo são muitos os que não enxergam nada alem de si mesmos. Com isso surge o preconceito, o ciúme, a ganância, a inveja,...
        Como cristãos, temos o compromisso de olhar além. De demonstrar não somente através de palavras, mas também por meio de ações, que Cristo morreu  e ressuscitou por TODOS! Por isso, vamos seguir o exemplo de Cristo. Valorizando a família, os amigos e todas as pessoas que convivem conosco. Amém
Com carinho, Leandro Eicholz